Júlia Davenport- MEMORIAS DO PASSADO.
Mal conseguia respirar enquanto andava sem rumo. Eu nem sabia para onde ir, até que parei em frente aos grandes portões de ferro, e então percebi que voltei para casa. Dessa vez, no entanto, não existia mais nada para mim.
Precisava arriscar.
Precisava que meu pai acreditasse em mim. Que me arrependia, porque não tinha mais para onde ir. E destruída, empurrei o portão, o sentindo ceder sobre a terra que o emperrava sempre. Entrei como quem carregava o peso