O som suave do choro da bebê ecoava quando Dean subiu as escadas. A manhã entrava pelas janelas altas do corredor, espalhando uma luz dourada e morna sobre o piso de madeira.
Ele parou na porta do quarto e bateu levemente antes de entrar.Rachel, com o cabelo preso em um coque simples e o semblante sereno, embalava Roxy nos braços.
A bebê, desperta, movia as perninhas dentro da manta cor-de-rosa.— Bom dia — disse ele, num tom calmo, a voz ainda rouca de sono.
— Como ela passou a noite?Rachel sorriu, com delicadeza.— Muito bem, senhor, ela mamou três vezes, dormiu bem, está se alimentando melhor, dormindo mais tranquila, não teve cólicas, acredito que está ficando mais forte.
Dean se aproximou devagar, observando a filha com um carinho quase reverente. A forma como Roxy se contorcia e olhava para ele com curiosidade o fez sentir um vínculo crescente, um amor que só aumentava a cada minuto que passava.
— Obrigado — disse, sincero. —