A estrela negra mudou o ritmo. Não era mais uma pulsação constante, esperamos.
— Está vindo — Luna disse, sem desviar o olhar do horizonte.
Alexander manteve a postura firme.
— Emissário físico outra vez?
Ela balançou a cabeça.
— Não. Algo mais refinado.
A estrela então se contraiu.
Não desapareceu.
Se condensou.
E do ponto onde estava surgiu uma linha negra
uma fenda vertical se formou à nossa frente. E dela saiu uma figura. Humana.
Ela nos observou com curiosidade controlada.
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