O som do interfone ecoou pela casa, quebrando o silêncio. Meu corpo enrijeceu e um arrepio gelado percorreu minha espinha. Durante todos os dias em que estive aqui, isso nunca aconteceu. Meu coração martelava contra o peito, e uma onda de apreensão tomou conta de mim.
De repente, o som não era mais do interfone, alguém batia a porta. Engoli em seco e me dirigir até a sala, meus passos hesitantes. A ansiedade se espalhava pelo meu corpo como um veneno corrosivo, cada batida soando como um aviso.