Mundo ficciónIniciar sesión— Claro, Eduarda, entre direito. — Dona Ana desloucou-se até ela com gentileza. — Sou Ana, mãe da Aurora.
Ela forçou um sorriso em comprimento e deu mais um passo.
— Prazer, Ana.
— Filha — ficou entre nós — vou tomar um café, volto em dez minutos.
— Será o suficiente. — Não disse para mamãe e sim para a mulher com intensas marcas escuras embaixo dos olhos.<







