Mundo de ficçãoIniciar sessão— Não é da sua conta, garota.
— Seu grosseiro. — Ela desviou para mim revoltada. — Aurora, seu segurança está vasculhando a lanchonete à sua procura.
Dei um passo, dois...
— Amiga, preciso terminar uma coisa, pode me dar uma força com o brutamonte? — Ela cruzou os braços e se recusou. — Por favor? — Fiz biquinho, juntei as mãos em clemência, quase ajoelhei.







