Capítulo 18
Ezequiel Costa Júnior
Ainda parado na porta, sem saber ao certo o que fazer, fiquei olhando pro corredor por onde ela sumiu. Aquele abraço... foi real. Foi dela. Pela primeira vez ela me tocou sem medo, sem obrigação, sem ser empurrada pelas circunstâncias. Só... veio. E aquilo me desmontou por dentro. A Mariana que vi ali não era a menina assustada que se escondia atrás da doutora, nem a mulher teimosa que tentou fugir de mim. Era alguém que queria me alcançar, mesmo que ai