Richard apoiou os cotovelos na mesa e se inclinou para frente, os olhos fixos em mim, duros, inquisidores.
— Onde ela está, Eliza? — perguntou, a voz baixa, mas carregada de urgência contida. — Onde está a Chloé?
Meu peito se apertou ao ouvir o nome dela na boca dele. Por um instante, lembrei do olhar ferido da minha irmã, da recusa em sequer cogitar uma aproximação com esse homem. Respirei fundo, firmei o queixo.
— Não importa. — respondi, gelada. — Ela não quer saber de você.
O rosto do meu p