Na segunda-feira, cheguei cedo à Walker. O corte no braço já não doía, mas ainda não tinha cicatrizado completamente. O terno feito sob medida, impecável como sempre, era mais do que roupa; era armadura. Mantinha minha postura implacável e escondia o curativo sob o tecido, afastando qualquer sinal de vulnerabilidade.
Assim que alcancei minha sala no andar da presidência, parei por um instante na porta.
Eliza estava sentada na minha cadeira.
As pernas cruzadas, o salto batendo levemente no chão,