Capítulo 153 — O estado da mãe é grave.

POV Dominic Navarro

O hospital nunca foi tão barulhento.

Não pelas vozes, mas pelo silêncio que vem depois delas. Aquele silêncio pesado, sujo, que gruda na pele e faz o coração bater errado. Eu entro correndo, empurrando portas, ignorando recepcionistas, ignorando tudo.

Amara.

É só isso que existe na minha cabeça.

— Emergência obstétrica. — digo a primeira pessoa que aparece. — Mulher grávida, queda. Onde ela está?

O olhar da enfermeira muda. Reconhece o nome. Sempre reconhecem.

— Bloco cirúrgico. Terceiro andar.

Não espero o elevador. Subo as escadas como se o prédio inteiro estivesse desabando atrás de mim. Meus pulmões queimam, mas eu não paro.

Quando chego ao corredor… eu vejo.

Killian.

Sentado no chão, costas na parede, camisa manchada de sangue, mãos feridas, olhar vazio. Não o Killian impecável. Não o executivo frio. É um homem quebrado.

E isso só aumenta minha raiva.

— O que você fez? — minha voz sai baixa, perigosa.

Ele ergue os olhos devagar. Demora a me reconhecer.

— Domin
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