POV Killian Navarro
O som da sirene é um grito contínuo dentro da minha cabeça.
Não importa o quanto eu tente focar em Amara, no corpo frágil estendido na maca, no sangue que mancha meus braços e minha camisa, o barulho atravessa tudo. Lateja. Arranha. Me acusa.
— Pressão caindo! — alguém grita.
— Mantém ela acordada! — outra voz ordena.
Eu estou sentado ao lado da maca, segurando a mão dela com força demais, com medo demais, como se soltá-la fosse assinar sua sentença.
— Amara… — chamo, coland