— O quê? — Ademir parecia um pouco confuso, abaixando a cabeça para olhar.
Era um cartão fino, familiar de certa forma.
— É o seu cartão. — Karina sorriu e o empurrou de volta para as mãos dele. — Já devia ter devolvido faz tempo, mas agora que saio só com o celular, nunca carrego comigo. Quase esqueci de novo há pouco. Ainda bem que você não foi longe.
Depois de falar, ela deu um passo para trás, se afastando do abraço dele.
Num instante, o rosto de Ademir endureceu, e ele perguntou:
— Você sai