Mundo de ficçãoIniciar sessãoA garotinha que o procurava quando pequena cresceu, e voltou mais linda do que antes. O relacionamento entre eles é improvável, ele é um capataz, ela é filha do dono da fazenda. Laura com sua persuasão não deixa o cowboy em paz e ele acaba cedendo a paixão que os consomem. Juntos, eles escondem de toda a família esse segredo: A paixão que sentem um pelo outro. Mas o mundo de Laura ruiu quando Miguel coloca um fim no relacionamento. Ela volta para Londres. Quatro anos depois o reencontro.
Ler maisSeis meses depois...Deitada na nossa cama de casal, olho para ele e me sinto a pessoa mais feliz do mundo. A cabeleira castanha revolta, o semblante sereno. Ele é tudo que eu preciso. Um verdadeiro amigo, um homem carinhoso e divertido. O fato é que não nos desgrudamos mais.Sexo?Parecemos dois coelhos.Estamos morando na casa de papai. Ele faz de tudo para sentirmos como se fosse nossa. Miguel não se importa de não termos o nosso canto, ele está realmente feliz. Um dia ele me disse que não importava o lugar desde que estivéssemos juntos.E eu? Eu sou uma viciada em Miguel e tê-lo como minha droga faz muito bem para a minha saúde.Eu já exerço minha profissão...Um dia um dos homens da fazenda cortou a mão quando ele consertava uma cerca. O corte foi bem profundo. Eu dei os primeiros socorros, estancando o sangue, mas não pude fazer muita coisa pois eu não tinha os recursos necessários para um curativo ou para dar pontos. Desde esse dia, começou a surgir outros casos. Distensão nas p
Eu sorrio para ele, envergonhada da minha ânsia em tê-lo. Ele pega a bengala do chão e me estende a mão com um sorriso lindo. Eu respiro fundo e seguro a mão dele.Caminhamos juntos até a caminhonete. Miguel abre a traseira dela e retira toda a lona. Eu me sento nela com as pernas para fora e sorrio para ele, enquanto ele vem pela lateral da caçamba em minha direção.Ele coloca a bengala na traseira do carro e se aproxima de mim. Eu me levanto e com os dedos trêmulos tento abrir os botões da camisa branca que eu estou usando. Suspiro quando não consigo. Eu estou tão nervosa que meus dedos perderam a habilidade.—Eu faço isso. —Miguel diz com um sorriso lindo me ajudando com eles.Quando me vejo livre dela ele beija o meu pescoço e logo sinto meu sutiã sendo retirado. A visão dos meus seios brancos com a marca do biquíni o
Meu corpo está ereto, tenso, minhas mãos aninhadas no meu colo, meu rosto timidamente virado em sua direção. Ele me olha com um olhar triste ao mesmo tempo doce e eu sinto como se fosse desmaiar um pouco.—Antes de qualquer coisa, quero que saiba que tudo que fiz, foi pensando em você.É um começo errado... Como ele pode me dizer uma coisa dessas?—Pensando em mim?—Sim. —Ele me diz suavemente.Eu sinto meu sangue subir até minhas faces.—Eu não estou entendendo. Como assim? Por quê? —Eu questiono. —Diferença de classe social? Por causa do financeiro? Nossa diferença de idade? Sua deficiência. Desculpe-me, mas eu não vejo razão para termos nos separado.—Não, Laura, não foi nada disso. Eu já tinha superado tudo isso.—Então, por quê
Laura— Laura. — Jéssica sussurra. — Miguel, está vindo em nossa direção.—Onde? —Stand-by perguntou alto.—Vitor, vamos dançar? —Jéssica o convida com um lindo sorriso.—Essa música? —Ele resmunga. —Gostaria de uma mais lenta, para dançarmos juntinhos.Jéssica se levanta e o puxa.—Vem, vamos!—Tudo bem! O que você não me pede que eu não faça meu tesouro?Quando eles se afastam, eu pergunto para Rafael.—Ele está vindo mesmo?—Está. Não sabia que ele era deficiente?Eu estremeço com as falas dele.—Sim, ele tem problema na perna. Meu Deus! O que eu faço?—Só fica calma. —Rafael diz pegando minha mão e levando aos lábio





Último capítulo