O hospital estava iluminado, mas sereno. A ala de maternidade do terceiro andar respirava paz, até que as portas automáticas da recepção se abriram com o som de uma tempestade em fúria:
— ONDE ESTÁ A MINHA FILHA?! — gritou Donald, esbaforido, segurando um buquê amassado de flores e a bengala na outra mão.
— Helen! — gritou Katerina, elegante, mas completamente sem maquiagem, com os cabelos presos às pressas em um coque desalinhado.
— Richard, por que você esqueceu o GPS? Esse hospital não é o m