O relógio marcava 06h07 da manhã quando a enfermeira empurrou a maca com Helen para dentro da sala de parto. Ethan vinha ao lado, de touca azul, jaleco, máscara pendurada no queixo e um olhar que alternava entre pânico absoluto e êxtase desorientado.
— Helen… amor… eu tô aqui, tá? — disse ele, andando de costas e tropeçando nos próprios pés. — Qualquer coisa, morde a minha mão. Ou meu braço. Ou minha cara. Pode arrancar um pedaço se aliviar.
— Ethan… respira. — respondeu ela, segurando o riso m