Dormimos sem perceber durante a madrugada, até que os enfermeiros começaram os exames diários de Niyati logo pela manhã, e acordamos assustado. Percebi que, em algum momento da noite, nossos dedos se cruzaram, e não soltamos durante o sono.
Ficamos ali, entre sussurros e silêncios confortáveis, como se o mundo lá fora não existisse por alguns preciosos minutos. Bennet segurava minha mão com firmeza, como se quisesse me transmitir toda a força que ele ainda guardava, mesmo depois de tanto sofrim