A sensação de estar me afogando em nada faz minha visão escurecer. Meu corpo tenta desesperadamente puxar o ar, arquejando, mas meus pulmões se recusam a aceitar o oxigênio, como se uma manada de elefantes tivesse decidido repousar sobre meu peito. Minhas pernas falham. Vou ao chão, mas, segundos antes de uma queda humilhante em pleno teatro lotado, dois pares de mãos me amparam.
As lágrimas se acumulam em meus olhos, e tudo o que consigo ouvir é o eco da risada de Bennet, zombeteiro e cruel, v