Os beijos lentos e úmidos de Kabir me despertam de um cochilo que durou mais do que deveria após o almoço. Sinto sua boca quente subindo pelas minhas costas, da base da coluna até o pescoço. Ele afasta meus cabelos com delicadeza e distribui mordidas suaves no meu ombro direito.
— Hum... o outro vai sentir ciúmes — murmuro, ainda sonolenta.
— Are baba, não posso deixar isso acontecer, minha deusa...
Sua boca desliza até o outro ombro, e seus dentes mordiscam minha pele como quem conhece cada ce