Saí do restaurante com o coração ainda pesado, a cabeça cheia de imagens e emoções conflitantes. Kabir estava me esperando dentro do carro, no estacionamento, com a cabeça encostada no banco e os olhos fechados. Ele não iria embora sem mim. Esse é meu marido. Mesmo magoado, jamais me deixaria para trás.
O silêncio no carro era quase ensurdecedor, uma espécie de peso que pesava sobre nós, embora ninguém tivesse coragem de falar nada.
Quando chegamos em casa, ele saiu do carro, sem me esperar; e