A casa parecia respirar diferente quando entramos com Niyati pela primeira vez.
Era a mesma sala, os mesmos móveis, os mesmos cheiros... e, ainda assim, tudo tinha mudado. Como se agora cada canto carregasse outra frequência. Mais delicada. Mais viva.
Ela dormia o meu colo, enrolada naquela mantinha bege que Kabir escolheu no sexto mês da gestação. A primeira que ele comprou com as próprias mãos.
– Você acertou. – murmurei, olhando pra ele – Você disse que ela ia gostar dessa manta, mesmo que f