Com vinte e nove semanas de gestação, uma sensação de medo e impotência me tomou.
– Eu estou com medo.
Foi a primeira coisa que eu disse naquela manhã. Estava deitada de lado, com as mãos sobre a barriga já bem arredondada. Niyati tinha chutado forte durante a noite, e eu mal dormi. Quando Kabir acordou, eu já estava ali, acordada, encarando o teto. Ele se virou pra mim, os olhos ainda inchados de sono, mas atento.
– Medo de quê? – ele perguntou.
– De tudo. Do parto. De não dar conta. De você..