Sílvio chorava e ria descontroladamente. Dr. Bruno e os outros o empurraram às pressas para a sala de emergência, onde tentariam salvá-lo.
Antes que a porta se fechasse, Dr. Bruno virou-se para Leopoldo e disse:
— Entre em contato com a Sra. Lúcia imediatamente. Se conseguirmos salvar Sr. Sílvio e ele não a vir, ficará muito decepcionado. E, caso ele não resista, ela ao menos deveria, por respeito ao que já compartilharam, vir se despedir dele.
As luzes da sala de emergência se acenderam de repe