Basílio saiu batendo a porta com força.
Sílvio não tinha forças nem para se levantar. Precisou da ajuda de Leopoldo para se apoiar e ficar de pé. Seus olhos estavam vermelhos, encarando o corredor vazio do hospital, mas, de repente, ele sorriu.
— Apanhou e ainda consegue sorrir? — Resmungou Leopoldo, indignado.
— Você não entende. — Disse Sílvio.
— Não, eu realmente não entendo, e nem quero entender. Você não faz ideia de como eu fiquei furioso ao vê-lo trocando olhares com a senhora lá no Grupo