O sangue escorria em gotas pesadas pelo cabo da adaga, caindo no chão com um som abafado. Arthur sentiu uma dor aguda e ofegou. Ele olhou para Giovana, aquela tola apaixonada, lutando para conter a raiva e a dor que borbulhavam em seu interior. Com o rosto pálido, esforçou-se para falar num tom calmo, quase suplicante:
— Giovana, me escuta. Nosso inimigo agora é o Sílvio. Este não é o momento para brigas internas, está entendendo? Você não percebe que ele está te manipulando? Ele criou essa arma