A chuva batia forte nas janelas do pequeno apartamento, ecoando pelo cômodo escuro.
Lucas, já um pouco melhor, sentou-se mais ereto na cama, mas ainda ofegava levemente, recuperando-se do episódio de hipoglicemia.
Ana, por outro lado, estava visivelmente desconfortável, encharcada da cabeça aos pés. Ela cruzou os braços, tremendo de frio, enquanto olhava para a chuva incessante lá fora.
— Você está tremendo — Lucas observou, tentando soar casual, mas claramente preocupado.
— Estou bem. — Ana