Ana finalmente chegou à porta do prédio, ofegante, a respiração embaçando o ar frio ao seu redor. A chuva martelava em seu capuz, encharcando suas roupas e fazendo seus sapatos deslizarem na calçada.
Tudo dentro dela gritava para ir embora, mas algo mais forte a empurrava para frente. Talvez fosse a preocupação, talvez fosse o fato de que, por mais irritante e teimoso que Lucas fosse, ela não conseguia simplesmente deixá-lo.
"Ele está mal... ou é só mais uma jogada dele?" – Ana pensava, range