Entre um beijo e outro, crio coragem. Minhas mãos sobem até a barra da camisa de Liam, meus dedos tremem levemente quando a puxo para cima. Ele ajuda, levantando os braços, e quando a camisa some, meus olhos percorrem seu peitoral, o abdômen marcado, a pele quente sob a luz suave do quarto.
Passo as mãos devagar por ele, sentindo a firmeza dos músculos sob meus dedos. Liam não se apressa, não avança — ele espera. Há algo profundamente íntimo nesse silêncio atento, nessa permissão mútua. É como