Terminamos o jantar devagar, sem pressa, como se o tempo ali dentro tivesse outra velocidade. Quando o garçom retira os pratos e deixa a sobremesa, percebo que não estou mais pensando se pertenço ou não àquele lugar. Estou apenas… vivendo.
Liam paga a conta sem alarde. Quando nos levantamos, ele se aproxima de mim e toca levemente minhas costas, um gesto simples, protetor.
— Ainda não acabou — ele diz, com um brilho diferente no olhar.
Ergo a sobrancelha, curiosa.
— Como assim?
Ele sorri de lad