Meu peito ainda estava apertado quando vi Liam entrar no quarto. Ele fechou a porta com cuidado, como se temesse acordar não apenas Lilian, mas também tudo o que eu tentava manter em silêncio dentro de mim.
Eu estava sentada na beira da cama, os joelhos recolhidos, os dedos entrelaçados de um jeito quase doloroso. Ele percebeu. Sempre percebe.
— Você me mandou uma mensagem… — ele disse, a voz baixa. — Disse que talvez tivesse alguém que pudesse testemunhar.
Assenti devagar.
Respirei fundo a