Saí da casa do Augusto com o coração pesado e, ao mesmo tempo, estranhamente mais leve. Era uma contradição difícil de explicar. A dor continuava ali, intacta, mas agora havia algo novo caminhando junto com ela: esperança.
O portão de ferro se fechou atrás de mim com um rangido baixo, e eu parei por alguns segundos na calçada, respirando fundo. O ar da rua parecia diferente, mais frio talvez, ou talvez fosse só eu tentando me recompor depois de tudo o que foi dito lá dentro. Limpei o rosto com