Assim que chegamos em casa, tudo parece silencioso demais. Um contraste estranho com o turbilhão que ainda gira dentro de mim.
Liam me senta no sofá com cuidado, como se eu pudesse quebrar a qualquer segundo. Minhas mãos ainda tremem levemente. Ele some na cozinha e, enquanto isso, Eloise começa a andar de um lado para o outro na sala, gesticulando, visivelmente revoltada.
— Aquela garota é doente, Laura! Doente! — ela dispara. — Quem faz uma coisa dessas? Quem joga a dor dos outros assim, como