Capítulo 31 — “Às vezes, a intimidade mais profunda mora no silêncio entre dois corpos que apenas se permitem estar.”
Maeve Jhosef
Acordei com a estranha sensação de que algo dentro de mim havia mudado. Não como uma ruptura, mas como uma rachadura sutil, onde a luz começa a entrar devagar, sem pedir permissão.
A claridade da manhã se infiltrava pelas frestas da cortina de linho, tingindo o quarto com tons dourados e suaves. Por um instante, fiquei deitada, imóvel, sem coragem de mexer o corpo,