Alejandro Albeniz
Me peguei perguntando: O que eu queria, afinal? Que Ximena apenas sorrisse, passasse a mão na barriga e dissesse: “Ok, amor, vou te esperar como uma samambaia, parada, o tempo que for preciso?” Sim. Se eu fosse honesto comigo mesmo, era exatamente isso que eu gostaria. Mas sabia — sabia muito bem — o quanto essa situação era cruel. Estava deixando para trás a mulher que amava, grávida de nosso filho. Um pedaço de mim morria por dentro cada vez que pensava nisso. Ainda assim,