O cheiro forte de desinfetante impregnava o quarto.
A voz de Gustavo, que antes chamava “Ju” com tanta insistência, foi ficando cada vez mais fraca... Até desaparecer por completo.
Só então a expressão tensa de Bruno começou a se suavizar.
— Bruno, eu... — Joana tentou dizer algo, mas foi interrompida.
— Não precisa dizer nada, irmã. Eu aceito. — Respondeu ele, direto.
Bruno cortou o que quer que Joana fosse dizer.
Nos olhos dela, passou um relance de surpresa.
Mas rapidamente se recompôs, respi