Juliana acompanhou Paulo até o corredor, logo do lado de fora do quarto.
A enfermeira que vinha logo atrás percebeu o clima e, com discrição, seguiu para o próximo paciente, deixando os dois a sós.
— Sabe, cunhada… Eu estou com uma questão amorosa e queria te pedir um conselho. — Começou Paulo, meio sem jeito, coçando a nuca.
Já fazia um ou dois meses que a relação dele com Isabella vinha degringolando. A cada dia, parecia piorar um pouco mais.
Do lado do hospital, ela tinha usado todas as féria