A noite de Ariana foi péssima, daquelas que parecem um castigo. Ela quase não dormiu, virou, desvirou, encarou o teto, o travesseiro, o teto de novo.
E toda vez que fechava os olhos, via a cabana, Eduardo a centímetros do corpo dela.
E via Samuel, com aquele olhar calmo, pedindo sinceridade.
Foi, talvez, tão ruim quanto a noite antes dela viajar para Carapá, talvez, porque hoje era o dia da volta.
Ela acordou da noite quase não dormida, olhou a janela e estava escuro, pegou o celular e as hora