Eduardo sai da cabana correndo, o corpo ainda quente do que quase aconteceu, a mente em choque com o toque do telefone. O ar da noite parece mais pesado, como se estivesse cobrando dele tudo de uma vez.
Entra no carro, liga o motor com a mão tremendo e arranca pela estrada de terra.
Os faróis iluminam a poeira no ar, e o coração dele bate errado, fora do ritmo.
Rafael.
O filho dele.
O menino que nasceu pequeno demais, frágil demais, que convulsionou pela primeira vez aos onze meses.
Desde então