Prólogo.
O sol iluminava o corpo lindo e suado do homem ao meu lado. Ele estava ofegante, e por mais que 100 anos se passassem eu ainda ficaria completamente hipnotizada com aquele sorriso bobo.
Mordi os lábios.
Sentia que o meu corpo precisava de mais, o meu apetite estava voraz, e para meu esposo não seria digno de ser chamado marido se não suprisse todas as minhas necessidades.
- Quer mais? - ele riu como um menino de primário.
Cobri o rosto. - Nós vamos nos atrasar.
Os seus dedos acariciara