O quarto estava mergulhado em uma penumbra confortável. O calor dos corpos ainda pairava no ar, e o som da respiração de Eyla, tranquila e ritmada, fazia um contraste com o turbilhão de pensamentos na mente de Adrian. Ele a observava, a pele macia iluminada pela luz fraca da lua que se infiltrava pela janela.
Ele passou a mão pelos cabelos, exalando um suspiro contido. Ela estava ali, vulnerável, entregue, e tudo dentro dele gritava para protegê-la. Seu lobo interior rugia em inquietação, divid