Mundo de ficçãoIniciar sessãoEste livro que conta uma história interativa cheia de amor e caos romântico . Qual será a sua escolha de um jovem bonito ator , professor que também é filho do melhor amigo do avó de Mih que quando tinha 21 anos e Mih tinha apenas uma semana de vida, foi prometido que se casaria com mih quando fizesse 18 anos. Ou um protetor amigo da escola ? A protagonista Mih filha de donos de uma empresa cimanetográfica mundialmente famosa que sempre foi tratada como uma princesa terá que ter cuidado porque um passo em falso poderá levar lá a viver um relacionamento proibido . Sua escolha influenciará seus sentimentos ! Sua carreira e também seu futuro ! Uma história de amor chocante . Ninguém está imune à tentativa do amor proibido . Há momentos em que os sentimentos podem levar uma aventura destinada ao fracasso , mas a Mih não consegue simplesmente resistir e deixa se levar pelo momento .
Ler maisMih Wilde
Finalmente o dia que todos esperavam chegou. Menos eu. Se pudesse congelar o tempo ou apagar o dia 11 de março da minha existência, eu o teria feito. Eu queria, do fundo do meu coração, não ter que completar dezoito anos hoje. Para a maioria das garotas, a maioridade é o símbolo da liberdade; para mim, Mih Wilde, era o início de uma sentença de prisão perpétua banhada a ouro e aparências. — Você está linda, filha — a voz de minha mãe, Greice, ecoou pelo quarto. Virei-me lentamente, o peso do vestido de noiva arrastando-se pelo chão. No espelho, eu parecia uma boneca de porcelana: meus 1,50 metros de altura sumiam sob as camadas de tule, meus longos cabelos loiros iam até a cintura e meus olhos azul-claro brilhavam com lágrimas contidas. — Obrigada, mãe — respondi com um sorriso forçado. O aperto no peito era sufocante. Como meu avô, Antônio, pôde me prometer, com uma semana de vida, a um homem vinte e um anos mais velho? Um ator famoso com fama de mulherengo que eu passei a vida odiando e rejeitando sem sequer conhecer. — Está nervosa? — minha mãe perguntou, ajeitando meu véu. — Sabe o que eu acho sobre esse casamento, mãe. Sinto que estou sendo vendida para unir nosso império cinematográfico à família Mendes. — Eu sei, querida. Mas você verá que o Gabriel é lindo, atraente e bondoso. É um ator talentoso de família rica. Quem sabe você não se apaixona assim que o vir? Antes que eu respondesse, meu pai, Marcos, entrou no quarto com um sorriso que desapareceu ao me ver. — O que foi, pai? Não gostou? — perguntei. — Não é isso... Minha filhinha está tão linda que não acredito que vou perder meu bem mais precioso para outro homem. — Nossa princesinha cresceu — consolou minha mãe. Logo, as portas para a grande escadaria se abriram. Ao som da marcha nupcial, segurei firmemente o braço de meu pai. Minhas mãos tremiam. No topo das escadas, meus olhos procuraram o fim do salão, e meu coração falhou uma batida. Lá embaixo estava ele. Gabriel Mendes era o homem mais imponente que já vi. Tinha 1,99 metros de altura, cabelos loiros impecáveis e um corpo atlético perfeito sob o terno sob medida. Seus olhos verdes eram intensos e focavam exclusivamente em mim. Respirei fundo, tentando forçar o sorriso mais verdadeiro possível enquanto descia os degraus. Ao chegarmos ao final, Gabriel deu um passo à frente. Minha estatura parecia minúscula perto da dele. — Gabriel, te entrego agora a mão da minha filha — disse meu pai, emocionado. — Cuide bem dela. Ela é minha única filha. Gabriel segurou minha mão pequena e a beijou delicadamente. — Não se preocupe, senhor Wilde. Cuidarei muito bem dela — respondeu com sua voz profunda e aveludada. Ele olhou nos meus olhos. — Você está linda. — Obrigado — sussurrei baixinho enquanto caminhávamos para o altar. Durante a cerimônia, minha mente desligou. Eu só ouvia o som do meu coração e sentia o calor da presença dele. Voltei à realidade quando Gabriel apertou suavemente minha mão esquerda. — Ah? — pisquei, perdida. Um murmúrio correu pelos convidados. O celebrante sorriu e repetiu a pergunta: — Mih Wilde, você aceita Gabriel Mendes como seu marido? Olhei para a aliança e engoli em seco. — Sim — respondi, firme. Trocamos as alianças e chegou a hora do beijo. Eu esperava algo formal, mas Gabriel passou a mão firmemente pela minha cintura e a outra pela minha nuca, puxando-me contra seu peito largo. Ele tomou meus lábios em um beijo profundo, cheio de desejo e intensidade física. Nos separamos sob uma chuva de aplausos, o que pareceu irritá-lo. A festa seguiu nos jardins luxuosos da propriedade. Assim que pude, me afastei de Gabriel, querendo espaço. Ele conversava com produtores de cinema, mas seus olhos verdes me monitoravam à distância. De repente, ele caminhou em minha direção, atraindo os olhares de todos e os flashes dos jornalistas. Gabriel ajoelhou-se na grama à minha frente. Miguel, seu melhor amigo, aproximou-se e entregou-lhe uma caixa de veludo. Dentro dela havia um colar de diamantes e uma safira monumental, uma joia exclusiva que eu já tinha visto ser vendida por uma fortuna na TV. — Queria te oferecer um presente de casamento único. Espero que goste — ele disse, levantando-se. Gabriel contornou meu corpo, afastou meus cabelos e prendeu o colar no meu pescoço. O toque frio do metal me fez estremecer. — Obrigado — murmurei baixinho. Ele sorriu de lado e me puxou para uma dança. Dançamos por um bom tempo, até que meus pés começaram a doer por causa dos saltos. Percebendo meu desconforto, ele me levou até a mesa onde Miguel estava sentado. — Mih, este é o Miguel, meu amigo — apresentou Gabriel. — Muito prazer — respondi educadamente. Nesse momento, meus pais se levantaram para chamar a atenção de todos os presentes. — Já que meu genro deu seu presente à minha princesinha — disse meu pai ao microfone, fazendo uma pausa —, nós temos um presente para vocês dois! Como agora estão casados e precisam construir sua família, nosso presente é uma mansão à beira-mar. Minha princesinha sempre quis uma casa de frente para o oceano, agora terá! Os convidados aplaudiram entusiasmados. Olhei para a joia em meu peito e depois para Gabriel, sentindo que aquela mansão seria a minha prisão perfeita sob o controle do meu novo e possessivo marido.Mih Wild Mendes — Já está tarde, vamos dormir — digo, a voz saindo mais trêmula do que eu gostaria enquanto tento desesperadamente mudar de assunto.Dou um passo para trás, buscando romper a bolha de ar quente e sufocante que se formou entre nós dois no nosso quarto. Meu peito ainda sobe e desce em um ritmo desordenado, vestígio daquele beijo feroz e possessivo no estacionamento da boate. Eu me recuso a encarar a resposta que ele busca nos meus olhos. Se eu confessar em voz alta o quanto a presença dele me afeta, estarei entregando a última fortaleza do meu orgulho.— Mih, eu te fiz uma pergunta — ele diz, a voz abaixando para um tom extremamente grave e aveludado, soando como um comando que ecoa por todo o ambiente silencioso da mansão.Gabriel não recua um único milímetro. A estatura imensa de seus 1,99 metros parece preencher cada centímetro da entrada do quarto principal, projetando uma sombra longa sobre o piso de madeira clara. Seus olhos verdes, ainda escurecidos pela fúria de
Mih Wild Mendes — Droga! — esbravejou Gabriel, a voz ecoando grossa e violenta no estacionamento privativo nos fundos da boate.Ele desferiu um chute brutal no pneu da frente do seu carro importado, fazendo o alarme emitir um bipe sibilante antes de ser calado pelo controle na sua mão. As veias do seu pescoço estavam saltadas, e a mandíbula continuava contraída de pura fúria. O sangue seco no canto do seu lábio inferior dava um tom ainda mais sombrio ao seu rosto perfeito de trinta e nove anos.— Agora é um crime eu beijar minha esposa num local público?! — debochou ele, virando-se para mim com os olhos verdes queimando em um ódio cego e descontrolado.Antes que eu pudesse dar um único passo para trás no asfalto molhado, Gabriel encurtou a distância entre nós em um piscar de olhos. A estatura imensa de quase dois metros me envolveu como uma tempestade inevitável. Suas mãos grandes cravaram-se na minha nuca com uma força possessiva, me puxando para ele sem o menor sinal de hesitação.
Mih Wild Mendes Meu Deus, o Mateus enlouqueceu de vez. Ele realmente acabou de socar o rosto do Gabriel na frente de todo mundo?O som abafado do impacto ainda ecoava nos meus ouvidos, misturando-se com a batida grave do som eletrônico da boate. O pânico subiu como uma onda gelada pela minha espinha. Não por amor ou preocupação genuína com o meu marido, mas porque eu conhecia o homem com quem tinha sido obrigada a me casar. Eu sabia do que a força física de 1,99 metros de Gabriel era capaz. Se ele se levantasse daquela mesa alta onde tinha passado com o impacto, ele não apenas retribuiria o golpe; ele mandaria o Mateus direto para a UTI de um hospital ou algo pior.— Mateus, o que você está fazendo?! — gritei descontrolada, tentando me aproximar de Gabriel para intervir antes que a tragédia fosse inevitável.Antes que eu pudesse dar mais dois passos na direção de Gabriel, que limpava um filete de sangue no canto do lábio com o polegar, sinto a mão de Mateus se fechar com firmeza no m
Mih Wilde Mendes Três dias se passaram desde aquele incidente sufocante e confuso no sofá da nossa sala de estar. Três dias inteiros em que evitei olhar diretamente nos olhos verdes de Gabriel, sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha toda vez que lembrava da maneira como me entreguei ao seu toque antes de Noah nos interromper. Para tentar colocar minha cabeça no lugar e esquecer aquela loucura, decidi ignorar completamente as ameaças possessivas do meu marido. Eu não me afastei do Mateus, pois ele era meu melhor amigo e eu não aceitaria ser controlada daquela forma, mas, por precaução e para evitar que Gabriel fizesse alguma loucura real, mantive uma distância estritamente respeitosa dele durante as aulas de teatro na universidade. Eu precisava manter a minha sanidade intacta.Para desopilar a mente de uma vez por todas, eu, Sophia e Mateus decidimos sair juntos nesta noite de sexta-feira. Fomos conhecer uma boate nova e exclusiva que acabava de ser aberta no centro da cidade
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