A noite estava escura como tinta preta. Dentro da casa, copos e taças se entrecruzavam. No jardim externo, um vento forte soprava, prenunciando uma tempestade iminente.
Pedro, cambaleante, levantou de sua lona, e com um sorriso sinistro e descontrolado no rosto, encarou Emanuel com um olhar frio e cruel.
- Deixa eu te contar então. - Pedro abriu um largo sorriso, sua voz profunda rompendo o silêncio. - A razão pela qual mamãe prefere a mim do que a você é porque eu sou o filho que ela carregou n