Bryan desceu do carro, lançando um olhar sombrio e indiferente à pessoa que estava na porta.
- Sr. Bryan, o senhor chegou. Por favor, entre.
O dono da Cidade da Sorte o recebeu com um sorriso, fazendo um gesto para que ele entrasse.
Caminhando para dentro, Bryan indagou:
- As pessoas da Seita Invisível já chegaram?
- Ainda não.
Bryan franziu a testa, olhando para o relógio em seu pulso.
O horário marcado para o encontro era às oito e quinze.
Ele esperava que o outro lado não se atrasasse.
A Cid