- Inês, eu realmente quero te estrangular! - A fúria contida nos olhos de Emanuel parecia prestes a explodir a qualquer momento.
Contudo, após proferir essas palavras, ele subitamente soltou suas mãos.
Inês desabou de joelhos no chão, se apoiando no piso frio, enquanto tossia.
Por um instante, ela pensou que Emanuel de fato a estrangularia.
Os passos dele se afastaram gradativamente.
Inês ergueu a cabeça, observando o corredor vazio que já não tinha a presença de Emanuel.
“Louco maldito!”, Inês