O céu clareia devagar, tingido por um cinza opaco. A primeira luz do dia entra pelas frestas da cortina do quarto de Wick, revelando os estragos da noite anterior. O lençol manchado de sangue seco, os curativos improvisados, os olhos dele ainda fechados e o rosto pálido, quase translúcido.
Permaneço ao seu lado observando cada movimento sutil de seu peito, cada expressão que cortava seu rosto mesmo em inconsciência. Agora, com o sol tímido surgindo, decido fazer o que sei que precisa ser feit