Laura Martins:
O olhar intenso e raivoso de Cristiane pausa sobre mim, durante todo o caminho até a minha casa, ela não me dirigiu a palavra e nem me olhou, mas assim que atravessamos o umbral da porta e a fechei, seus olhos miram-me com tanta fúria que quase consigo sentir perfurarem a minha pele.
Ana, de pé ao lado do sofá, está de braços cruzados, seus olhos apesar de neutros não me ajudam a sentir menos a tensão palpável dentro da minha sala, e mesmo eu estando em um ambiente familiar, não m