Fernando Duarte:
Observo o peito de Laura subir e descer com sua respiração constante. Seu rosto ainda está pálido.
— Perdão, Laura — peço, coloco sua mão em minha testa.
Já fazem dois dias que ela está assim, respirando com ajuda de maquinas, com vários fios conectados por seu corpo.
No relógio marcam que já se passou das duas e meia da tarde. O médico disse que conseguiram estabilizá-la, mas que o bebê ainda corre perigo, então estão mantendo Laura sedada e em monitoramento constante.
Os soco