Narrado por Lev Volkov
O quarto ainda cheirava a sexo, suor e àquela fragrância doce de Isabella que eu tanto amava. Ela estava desmaiada de exaustão em meus braços, a respiração pesada e rítmica. Olhei para as marcas das minhas mãos em suas coxas e nos seus quadris; eu tinha sido bruto, exatamente como ela pediu, e a culpa lutava contra uma satisfação primitiva que eu não conseguia domar.
Eu a cobri com o lençol, beijando o topo de sua cabeça.
— Desculpe, pequena — sussurrei. — Mas você me ped