A última coisa que lembro foi o corpo dele colado no meu e a sua respiração desacelerando contra o meu pescoço. A gente acabou pegando no sono daquele jeito, como se o mundo lá fora tivesse deixado de existir.
Eu devia estar sonhando com alguma coisa boa quando a porta do quarto se abriu com um estrondo e a luz foi acesa.
— MEU DEUS!
Um gritinho agudo invadiu o quarto. Eu levei um susto tão grande que quase pulei da cama. Me enrolei no lençol como se minha vida dependesse disso, enquanto Diogo