Cap. 149

O relatório dos meus homens tinha sido claro.

Movimento suspeito nas estradas de acesso, carros não identificados circulando devagar, parando em pontos com visão da propriedade.

Era ele…

O rato ferido tinha farejado o queijo e achado o caminho até o buraco.

Por isso eu a mandei embora. Eu podia arriscar a minha pele, já a dela e da Alana? Jamais.

Glayce já tinha mandado a mensagem de confirmação, que estavam num novo local, um bunker de verdade dessa vez, impossível de rastrear.

Estavam seguras.

E agora, eu estava aqui. Sozinho na armadilha que eu mesmo tinha armado.

A casa estava quieta, mas não vazia. Meus homens, os melhores que o Alessandro tinha, estavam posicionados.

Dentro da casa, nos arbustos, nos telhados dos anexos. Era uma fortaleza esperando o exército errado chegar.

E eu estava no centro, como isca.

A razão para ele vir.

Respirei fundo, o ar parado do quarto enchendo meus pulmões.

A ansiedade parecia um formigar debaixo da pele, mas era uma ansiedade focada, afiad
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