Ele soltou uma risada curta e amarga.
Agarrou meu queixo com força, seus dedos pressionando minha mandíbula.
— Dessa vez você não vai, não. — O tom era de desprezo. — Mas quero você aqui, bem quietinha, quando eu voltar. Entendeu? Nem pense em dar outro passo fora da linha. A babá ainda precisa voltar pra casa, lembra?
Ele soltou meu queixo com um empurrãozinho e eu permaneci quieta, engolindo o gosto do medo e do ódio. Ele pegou as chaves do carro e a carteira da mesa da entrada, sem nem olh